• O ano de 2019 promete! Se todas as expectativas se confirmarem, ou pelo menos, algumas, é possível que todos os brasileiros, de alguma de alguma forma, possam se beneficiar!
oliver
Sou investidor desde Janeiro de 2010. O meu primeiro investimento foi em letras do Tesouro Direto Em Agosto de 2014 comecei a escrever sobre investimentos Desde então, venho investindo e escrevendo

Comentários (16)

  1. Será mesmo que todos vão se beneficiar da reforma da previdência? Porque as classes mais altas sempre ficam de fora da reforma? OK, a proposta era pensar na reforma para esses grupo posteriormente, mas pq ainda não se fala nada disso?

    1. Boa tarde Julia! Tudo bom? Sim, eu acredito que todos podem se beneficiar. O que você levanta também deve ser considerado, com relação a elite. Acredito, que todos vão sofrer com as alterações da previdência. Sim, haverá alguns setores que não vão passar por uma reforma mais agressiva, como a área militar, talvez a classe politica também não, enfim, sempre haverá áreas onde a correção ou o corte não vão ocorrer. Porém, em minha opinião, se isso não for feito agora, os mais necessitados, podem sofrer ainda mais no futuro. Os benefícios de uma reforma previdenciária não seriam sentidos na hora. Acredito que tais benefícios viriam por meio do controle dos gastos públicos, manutenção da inflação no centro da meta (ou até abaixo), manutenção do juro no atual patamar, ou próximo, e aí sim, crescimento dos investimentos dentro do Brasil, e redução do desemprego. Tudo isso vai mesmo acontecer? Não sei lhe dizer. Em minha opinião, faz sentido pensar dessa forma. Porque ao aplicar o corte de gastos em nossas próprias vidas, e manutenção de um padrão de vida menor, é possível fazer dinheiro sobrar e assim, começar a investir, ou coisa do gênero.

      1. Oliver, acredito que a indagação aqui fique no sentido de que os cortes ocorrerem sempre no que tange a uma única parcela da população. Mesmo no cenário em que se faz necessário o ajuste das contas, continuamos inflando os gastos com políticos, por exemplos. Se continuarmos assim, teremos que reduzir benefícios do cidadão comum a zero para manter as contas sempre equilibradas num longo prazo. Ressaltando ainda que a máquina pública, na minha opinião, já é muito grande. Nesse sentido, eu me questiono a respeito da responsabilidade das pessoas em relação a esses ajustes e reformas. Falta-nos um pouco de empatia? Será que realmente adotar essas medidas é caminho mais correto? Ou sempre acharemos que é normal a elite permanecer inacessível aos ajustes enquanto as classes mais baixas precisam arcar com os sacrifícios em prol de todos?

        1. Boa tarde Alice, tudo bem? Compreendo, na realidade esse questionamento vai muito além dos políticos, estado, ou até mesmo das contas publicas. Alice, esse tema, sobre prioridades, ou a empatia sobre temas como previdência, direitos trabalhistas, e até politicas sociais, de inclusão, saúde e segurança, acabam tendo uma penetração rasa na população média. De certa forma, as medidas que são tomadas pelo governo federal, acabam sendo pouco estudadas e analisadas pelas pessoas em geral. A minha esperança, é que esse tipo de coisa, comece a mudar agora (com esse novo governo). Mas tudo isso, só vamos ver a partir de 2019. Espero que minhas esperanças e expectativas sejam correspondidas até lá.

  2. Todos podem se beneficiar, você quis dizer: todo do mercado financeiro, né?

    1. Boa trade Frank! Tudo bom? O mercado financeiro pode se beneficiar, como todas as outras pessoas, e setores. Politicas de controle de gastos, em minha opinião, podem nos beneficiar no médio a longo prazo. Essas reformas podem funcionar como um efeito domino sobre a economia. Redução de gastos (ou expectativas de gastos) pode ser convertido em mais investimentos e menos desemprego. Não de forma direta, mas o controle de gastos pode atrair mais investidores que gostariam de empreender no Brasil, por exemplo. O Brasil passará mais confiança aos investidores.

  3. pelo menos a reforma da previdência tem que passar, caso contrário estaremos fritos.

    1. Boa tarde Matheus, tudo bom? Concordo com você! =)

  4. quais são os fatores que vão beneficiar o mercado imobiliário?

    1. Boa tarde Leo, tudo bom? Então, de forma direta, os benefícios não existirão, ou serão extremamente limitados. Mas analisando o contexto como um todo, os benefícios estão vinculados a captação de mais investidores estrangeiros, e até internos. Com a redução das expectativas com gastos previdenciários no futuro, o Brasil estará com as contas públicas mais bem controladas, ou pelo menos, um orçamento mais enxuto correto? O investidor estrangeiro tambem análise se o pais que possui os ativos, está bem das “pernas”. Se o Brasil realizar essas reformas, as expectativas são de crescimentos dos investimentos, e assim, mais demanda por produtos financeiros, como os FII, e até os próprios imoveis. Então, em minha opinião, acredito que o mercado nacional, como um todo, tem como se beneficiar da reforma previdenciária.

      1. Não acredito que o mercado vá absorver essas alterações assim tão rápido. Estou mais inclinado a uma ideia pessimista como a do Alexandre Schwartsman. Como ele disse: não sei se o mercado é ingênuo ou cínico.

        1. Compreendo Leo, os impactos sobre a economia não vão acontecer de forma rápida e direta (caso a reforma da previdenciária passar), mas o mercado (até onde eu compreendo) acaba se movimentando antes da efetivação dos fatos. Ou seja, existe a expectativa, então o mercado (ou os investidores) acabam se movimentando e vão comprando Brasil, por exemplo. É essa métrica que estou utilizando. Mas o negócio e acompanhar de perto o mercado e ver no que vai dar.

  5. Boa leitura. Obrigada pelo artigo.

    1. Boa tarde Ruty! Tudo bom? Obrigado pelo feed!

  6. Boa noite…
    Gostaria de saber sua visão em relação as expectativas da economia ( bolsa de valores) com ao plano de governo de Jair Bolsonaro.
    Obrigada

    1. Bom dia May! Tudo bom? Então, vou focar a resposta somente no que tenho conhecimento. Através do site (jornal) Valor Econômico, acompanho diversas sondagens do que poderia vir para 2019 a respeito da economia. Dentre essas especulações eu vi algo sobre um tributo único, que seria retido nas movimentações bancárias de todos (pessoa jurídica e física, pelo o que eu compreendi) e com esse tributo, o governo iria isentar as empresas de PIS, COFINS e IPI. O que eu acho sobre? Olha, de certa forma é interessante, a alíquota do imposto estava em algo em torno do 1%, o que pode ser alto para empresas e pessoas físicas, porém com a redução drástica dos impostos, eu acredito que “dentro de um período”, a concorrência entre as empresas poderia vir a derrubar os preços, oferecendo a compensação por essa carga tributaria diluída para todos. Por se tratar de algo retido, a questão de sonegação, poderia ser reduzida também. Com relação a imposto de renda, a declaração para pessoa física; eu acho que aumentar a margem de isenção é fantástico, e vai dar um gás para a classe média (sofrida). Tributar distribuição de lucros e dividendos, também é uma boa. O governo poderia arrecadar mais e assim, transformar o deficit em superavit abatendo a dívida. Com relação as privatizações, eu também sou a favor. Mas lógico, deve ser feito com o máximo de responsabilidade, observando os valores das vendas e utilizando o capital para amortizar a dívida, reduzindo o peso da mesma sobre o nosso orçamento. Em minha opinião, essas alterações, poderiam beneficiar de forma indireta o mercado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *